As grandes grifes: como tudo começou

Saiba mais sobre as grifes mais famosas do mundo

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As grandes grifes: como tudo começou
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No mundo da moda, existem alguns nomes que são referências de estilo, tendência e qualidade. As grandes grifes fazem sucesso mundial e são desejadas por homens e mulheres de todos os lugares. Entretanto, poucas pessoas conhecem as histórias por trás de cada marca. Por isso, conheça detalhes de algumas dos maiores nomes do setor:

Chanel: para que todos acreditassem que “uma mulher precisa de apenas duas coisas na vida: um vestido preto e um homem que a ame”, Coco Chanel mudou completamente seu estilo de vida. Na verdade, ela se chamava Gabrielle Bonheur, e nasceu em 1883. Definitivamente, Gabrielle era uma mulher à frente de seu tempo. Filha de um feirante e de uma empregada doméstica, a estilista perdeu a mãe muito nova e passou a infância em um colégio interno. Coco se envolveu amorosamente com homens que lhe ajudaram a entrar na alta sociedade de Paris e, por volta de 1910, abriu sua primeira loja, a Chanel Modes. Suas roupas revolucionaram a moda feminina por serem inspiradas no guarda-roupa masculino, principalmente nos trajes dos marinheiros. Até aquele momento, as mulheres viviam cheias adornos, cintas, babados e corpetes, herdados da Belle Époque. A utilização da combinação de preto e branco, camélia, colares de pérolas, sapatilhas bicolores, casaquinhos, tailleurs e bolsas com alças de correntes tornaram-se marcas registradas da grife. Há boatos de que antes do mundo da moda, Coco trabalhou como bailarina e cantora, o que teria resultado no seu apelido “Coco” – era o nome da música que ela cantava – contrapondo a conhecida teoria de que quem lhe deu esse apelido fora seu pai.

Dolce e Gabanna: o nome faz referência a dois estudantes de moda, Domenico Dolce, nascido em Palermo na Sicília, e Stefano Gabbana, natural de Veneza, que se conheceram no início dos anos 80, em Milão. Um deles era filho de alfaiate, e o outro era filho de um operário industrial. Ao trabalharem juntos, tiveram uma clara visão de como queriam vestir uma mulher. Eles abriram um pequeno ateliê, em 1982, em Milão, onde trabalhavam em regime de freelancer para grandes casas da moda. Usando estampas de leopardo e zebra, começaram a definir o estilo inconfundível de da futura marca. Ternos de alfaiataria colados ao corpo e corpetes confeccionados com tecidos nobres, além das cores vibrantes utilizadas, trouxeram nova vitalidade à sensualidade, tornando-se uma referência de estilo. A marca surgiu para o mundo quando participou da Semana de Moda de Milão na categoria “novos talentos”, conquistando os especialistas italianos e ganhando seu espaço.

Gucci: Tudo começou, em 1921, com Guccio Gucci. O italiano trabalhava como maleiro em um hotel de luxo em Londres, mas decidiu criar a sua própria marca de malas. Voltou para Florença e lá fundou a Gucci. Aos poucos, a alta burguesia da região foi descobrindo os produtos, tornando-os objeto de desejo por toda a elite italiana. Com a ajuda de Audrey Hepbrun e outras estrelas italianas, o nome se espalhou pelo mundo. A marca já tinha uma presença internacional forte quando, nos anos 80, os problemas começaram. Na época, a empresa já era controlada pelos herdeiros do fundador e as brigas familiares eram comuns, provocando até investigações de sonegação de impostos e o assassinato de Maurizio Gucci, que estava à frente da instituição. A marca começou a se deteriorar no mercado de luxo internacional e só se reestabeleceu em 1994, quando Tom Ford assumiu a direção criativa da grife.

Louis Vuitton: Louis Vuitton nasceu em 1821, em Jura, na França. Filho de uma família pobre de moleiros e carpinteiros, aos 14 anos, ele resolveu viajar cerca de 400 km a pé até Paris. O plano era ampliar os conhecimentos no trabalho com madeira. Assim, o jovem Vuitton foi contratado como aprendiz em uma fábrica de baús de viagem, que eram usados pela alta sociedade em suas mudanças e deslocamentos. Sua vida mudou quando, em 1851, o imperador francês Napoleão III, o convidou ao belíssimo Palais des Tuilleries para embalar as bagagens da imperatriz Eugênia. Os baús confeccionados por Louis eram feitos com uma lona impermeável, ideais para as viagens de navio. Com o prestígio alcançado, a primeira loja foi aberta em Paris. Foi o filho de Louis, Georges, que, depois de assumir a empresa, criou o logo conhecido hoje (tradicionais monogramas das letras LV, granulados e nas cores marrom e bege) para evitar imitações. Atualmente, esse símbolo é uma referência de poder, estilo e luxo, não só em malas de viagem, mas também em diversos outros produtos da linha, como bolsas, carteiras e óculos de sol.

Você se interessa pelo mundo da Moda? Então faça como Louis Vuitton e Coco Channel e vá atrás dos seus sonhos. Eles não tiveram a oportunidade de estudar no Senac RJ, uma instituição referência no ensino profissionalizante, mas você tem. Não perca essa chance e transforme a sua vida.

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