Estratégias de Marketing para vendas on-line

Com o isolamento social e o fechamento provisório do comércio, as empresas estão buscando alternativas para se manterem próximas de seus clientes, oferecendo produtos e serviços por meios digitais.
Mas o que é preciso saber – e fazer – para se destacar nesse mercado?

Mercado e Gestão
Estratégias de Marketing para vendas on-line

Com o isolamento social e o fechamento provisório do comércio, as empresas estão buscando alternativas para se manterem próximas de seus clientes, oferecendo produtos e serviços por meios digitais.

Mas o que é preciso saber – e fazer – para se destacar nesse mercado? Segundo levantamento feito pela Big Data Corp. e pelo PayPal Brasil, atualmente são mais de 900 mil lojas on-line ativas no Brasil. A Ebit e a Nielsen complementam esses dados e nos mostram que o faturamento do e-commerce, nos últimos dois anos, foi de 53.2 a 61.2 bilhões de reais.

Se você já tem uma loja e quer impulsionar suas vendas on-line, ou quer começar a vender pela internet, conheça a seguir o guia que o Senac RJ preparou sobre as principais Estratégias de Marketing Digital.

Google Ads: opções para todos os gostos e necessidades

Ferramenta de divulgação do principal buscador da internet, o Google Ads permite que você coloque seus anúncios nas primeiras posições de um resultado de busca, fazendo com que seu e-commerce tenha grande alcance e visibilidade. Graças a essa plataforma, as pessoas podem verificar e comparar preços e produtos antes mesmo de chegar ao site da sua loja.

Uma vez no Google Ads, é possível optar por diferentes caminhos que podem auxiliar suas vendas on-line. O primeiro deles é a chamada Rede de Pesquisa, que funciona como um leilão. Você diz ao Google as palavras-chave que estão relacionadas ao seu negócio e quanto quer pagar por elas. De acordo com a sua oferta e com a qualidade do seu site, seu anúncio pode conquistar a primeira posição de um resultado de buscas. E, ainda que não seja o primeiro, as demais posições podem abocanhar uma quantidade muito boa de cliques. De acordo com um estudo da agência Marketing Ninjas, o primeiro lugar recebe, em média, 21% dos cliques; o segundo lugar, 10%; e o terceiro lugar, 7%. Nada mau, não é?

Outra possibilidade dentro do Ads é o Google Shopping, que permite a criação dos anúncios que são mostrados nas chamadas barras dinâmicas, as “janelinhas” que aparecem no topo ou na lateral das páginas que trazem o resultado de uma busca e que contam com um link acompanhado por foto. Essa estratégia pode ser conciliada com a Rede de Pesquisa, ampliando ainda mais o seu alcance.
A terceira alternativa oferecida pelo Ads é a Rede de Display, formada por sites e blogs parceiros do Google. Nesse caso, o objetivo é descobrir que tipo de site seu público costuma frequentar e disponibilizar seus anúncios nessas páginas.

DICA: no caso da Rede de Display, o ideal é que se faça uma campanha de remarketing, ou seja, apresentar seus anúncios mais de uma vez para os usuários. Exemplificando: se um usuário entra em um site de eletrodomésticos, navega em algumas páginas, mas sai sem efetuar nenhuma compra, os anúncios criados podem aparecer em banners em outros sites visitados pelo usuário, aumentando as chances de que ele retorne ao seu site e finalize a compra.

Google Merchant Center: o que é e por que você vai precisar dele

Para criar os anúncios no Google Shopping e as campanhas de remarketing de que falamos, você vai precisar utilizar o Merchant Center. É este espaço que o Google reserva para que você insira todos os dados sobre a sua loja e produtos oferecidos. Viu algo anunciado no Google Shopping? O resultado de uma busca apareceu em uma barra dinâmica? Pode ter certeza de que passou pelo Merchant Center primeiro.

SEO: nunca viu, nem comeu, só ouve falar? A gente ajuda

Uma das siglas mais faladas na área do comércio eletrônico, SEO significa Search Engine Optimization, inglês para Otimização de Motores de Busca. Esta é a prática que busca aumentar a quantidade e a qualidade do tráfego de um site por meio de resultados de busca orgânicos.

Esses resultados aparecem quando fazemos a busca por algum termo no Google sem que um site tenha que pagar nada por isso, e são exibidos logo depois dos anúncios patrocinados.

Segundo o site Mashable, o Google obtém mais de 100 bilhões de pesquisas por mês e, por isso, o melhor a fazer é mesmo batalhar para que a sua loja apareça nos resultados de busca. Alguns fatores são determinantes para isso. São eles:

• presença da palavra usada na busca como título do site;
• outras páginas recomendando o site em questão;
• presença da palavra-chave na URL do site;
• palavras sinônimas no site;
• site de carregamento rápido e com pouco spam, entre outros.

Organização do e-commerce: arrumando a casa para receber as visitas

Vamos supor que você já tenha decidido qual o melhor caminho para divulgar o seu negócio. Antes de começar a colocar em prática, é fundamental dar uma geral no seu site e ajustá-lo para que a performance não seja prejudicada na hora de anunciar. Sendo assim, considere:

• atrelar o e-commerce a um blog e desenvolver conteúdo relevante para o seu público, praticando o chamado inbound marketing;
• garantir que a velocidade do seu site não seja baixa demais;
• otimizar seu e-commerce para dispositivos móveis.

DICA: no site <https://search.google.com/test/mobile-friendly)> você pode fazer um teste simples para verificar se seu site é compatível com dispositivos móveis.

Criação de catálogos: caiu nas Redes (Sociais), é peixe

Criar e investir em campanhas nas redes sociais, como Facebook e Instagram, é fundamental. A chave é fazer isso de maneira inteligente e assertiva, para que você veja os resultados o mais rápido possível.
Para começar, você pode criar um catálogo dos seus produtos na página da loja no Facebook. Esse catálogo funciona como um contêiner, que armazena informações como imagens, descrições, preços e muito mais.

Para criar um catálogo:

• acesse as configurações da página da loja;
• selecione a opção de modelos e guias;
• role a tela para baixo e adicione uma guia;
• escolha a guia da loja e garanta que esteja ativada.

Depois disso, volte à página inicial, escolha a opção Loja no menu esquerdo e cadastre seus produtos.
Com o catálogo feito no Facebook, você terá a opção de habilitá-lo no Instagram também, caso as contas já estejam integradas. Para isso:

• acesse a área de Configurações do perfil;
• acesse a opção Empresa;
• clique em Cadastre-se para Compras.

Prontinho! Assim, sempre que fizer um post sobre algum produto no Instagram, você poderá marcá-lo e direcionar seus clientes para a loja no Facebook. Boas vendas!

 

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